Entre os nomes internacionais já confirmados estão Laura Gilbert, referência do Reino Unido em IA no setor público, diretora sênior do instituto britânico Tony Blair; e Sandra Sinde Cantorna, da Espanha, uma referência internacional em compras públicas inovadoras. Entre outros nomes estão o economista, Head do Fundo GovTech, da KPTL e Cedro Capital, Adriano Pitoli; a consultora de IA e Transformação Digital no Tony Blair Institute, com 20 anos de experiência entre governos nacionais e internacionais e o setor privado, Andrea Motta; a jornalista, historiadora e integrante do Programa Mulheres Inovadoras da Finep, Angela Medeiros; a diretora de Inovação da GNova/Enap, onde foi responsável pelo desenvolvimento do gov.br/desafios e da Estratégia de Inovação Aberta da escola, Camila Medeiros; o superintendente Estadual da Secretaria da Tecnologia da Informação e Comunicação (SETIC) de Rondônia, Delner Freire; o diretor-adjunto do UK-Brazil Tech Hub, Desenvolvimento Digital, Cooperação Internacional e Gestão de Projetos, Gabriel Izaguirre; o Head of Innovation da Prodesp, Jonathan Hilander; o superintendente de Inovação e Desenvolvimento da PUCRS, Jorge Audy; o subsecretário de Tecnologia da Informação do Governo de Goiás, Márcio Cesar Pereira; o Procurador do Estado de São Paulo, Rafael Fássio; o diretor-executivo do CELTA/Fundação CERTI, Tony Chierighini; e a advogada especialista em conectar o setor público e o privado por meio da inovação, Camila Murta.
O palco principal será o espaço dedicado ao aprofundamento das trilhas de conteúdo que estruturam o evento. É nesse ambiente que o GovTech Summit 2026 também realizará a segunda edição do Prêmio GovTech Summit, reconhecendo iniciativas e soluções que vêm gerando impacto positivo na gestão pública. Ao longo dos painéis e palestras, o público terá contato com novas soluções, experiências e oportunidades para governos e startups, fortalecendo conexões e ampliando caminhos para a inovação no setor público.
“O GovTech Summit é um espaço essencial de escuta, reflexão e construção coletiva sobre o futuro do setor público brasileiro. Mais do que um evento, é um ponto de convergência entre quem pensa, quem decide e quem executa a inovação no Estado. Propõe um debate qualificado, técnico e responsável sobre temas centrais da agenda pública contemporânea, da segurança digital e cibernética ao uso ético de dados e inteligência artificial, do governo digital à integridade, transparência e modernização da gestão, passando pelo papel estratégico das compras públicas de inovação e pelo amadurecimento do ecossistema GovTech”, complementa Téo Girardi.
No ano anterior, o GovTech Summit reuniu mais de 1600 participantes de 17 estados brasileiros, além do Distrito Federal, cerca de 70 palestrantes e 16 startups expositoras. O evento também apresentou novas oportunidades para o ecossistema de inovação no setor público, como o lançamento da GovTech Place e a assinatura de um acordo de cooperação entre Reino Unido e Brasil, e reconheceu soluções desenvolvidas para o benefício da sociedade por meio de sua premiação.
O GovTech Summit é uma das frentes do hub GovTech Lab, um projeto de transformação governamental. O evento é idealizado pela Moove – a primeira agência com o selo GovTech do Brasil, certificada pela BrazilLab.
]]>O Brasil busca ampliar sua participação no mercado global de tecnologia com um projeto de grande escala voltado à instalação de data centers para inteligência artificial. A empresa Scala Data Centers desenvolve um complexo que pretende atrair grandes companhias internacionais do setor.
Segundo informações da Bloomberg, a companhia negocia com empresas de tecnologia dos Estados Unidos e da China para garantir a presença de um “hiperescalador”, responsável por operar infraestrutura de alto volume de dados e processamento.
A primeira fase do projeto, chamado Scala AI City, deve começar no fim deste ano, de acordo com o vice-presidente sênior da empresa, Luciano Fialho. “O Brasil tem uma janela de oportunidade”, afirmou. “É uma grande chance para o país se posicionar e atrair bilhões em investimentos.”
O investimento inicial em infraestrutura é estimado em cerca de US$ 500 milhões. Já as empresas que utilizarem o complexo poderão aplicar valores superiores em equipamentos voltados à inteligência artificial.
O empreendimento será instalado na região de Porto Alegre e já possui aprovação para conexão energética de até 5 gigawatts, volume comparável ao consumo de grandes cidades. A disponibilidade de energia renovável, a rede de fibra óptica e a integração do sistema elétrico nacional são apontadas como fatores favoráveis à expansão do setor no país.
De acordo com Fialho, empresas dos EUA e da China poderão operar em estruturas separadas dentro do complexo, sem comprometer a segurança de dados.
O cenário internacional também influencia o interesse por novas localizações. Ataques a data centers em países do Oriente Médio têm levado empresas a buscar regiões consideradas mais seguras para instalação de infraestrutura crítica.
Autoridades locais avaliam que o projeto pode impulsionar a economia regional. O secretário de desenvolvimento econômico do Rio Grande do Sul, Leandro Evaldt, afirmou que a iniciativa deve fortalecer o estado como polo tecnológico. “É um projeto que impulsionará ainda mais nossa economia e estabelecerá o estado como referência em tecnologia e inovação no Brasil e na América Latina”, disse.
A Scala foi criada em 2020 após a aquisição de ativos da UOL Diveo pelo fundo DigitalBridge. A empresa também mantém investimentos em São Paulo, onde desenvolve um campus de data centers com aporte de cerca de R$ 12 bilhões e previsão de expansão para 600 megawatts.
]]>Segundo o executivo, a base dessa transformação começou a ser estruturada ainda entre 2012 e 2015, quando a agência já coletava grandes volumes de dados do setor de telecomunicações — incluindo informações sobre qualidade de serviço, atendimento ao consumidor e certificação de produtos. No entanto, esses dados estavam dispersos e pouco organizados internamente.
“Apesar de termos uma base robusta, inclusive com dados abertos disponíveis à sociedade, a Anatel não tinha uma estrutura consolidada para usar essas informações de forma estratégica. Muitas decisões eram apoiadas em dados organizados por entidades externas ao órgão”, afirma.
Governança e analytics como pilares
A virada começou em 2017, com a criação da primeira política formal de governança de dados. Foi nesse contexto que a agência adotou soluções da Qlik, escolhidas pela facilidade de uso e pela capacidade de democratizar o acesso à informação.
“A decisão foi estratégica: precisávamos de uma ferramenta que permitisse às áreas de negócio enxergar valor rapidamente nos dados. O Qlik trouxe essa capacidade de visualização e acesso de forma intuitiva”, explica Nery.
Ao longo do tempo, a adoção evoluiu, com a incorporação de novas funcionalidades e a ampliação do uso da plataforma. Um marco importante ocorreu em 2021, com a contratação de soluções mais avançadas da companhia, consolidando o ambiente analítico da Anatel.
Mas, segundo o superintendente, tecnologia sozinha não resolve. “De nada adianta ter dados e ferramentas se as pessoas não estiverem preparadas. Por isso, capacitamos mais de 400 servidores e institucionalizamos uma política de self-service BI.”
O resultado foi uma mudança cultural significativa. A agência passou a operar com um modelo descentralizado, no qual as próprias áreas constroem seus painéis e análises, reduzindo gargalos e aumentando a agilidade.
Democratização e transparência
Hoje, a Anatel disponibiliza mais de 150 painéis públicos — segundo o executivo — e mais de mil dashboards internos utilizados na tomada de decisão.
Um dos exemplos mais emblemáticos é o painel de certificação de produtos homologados, amplamente acessado pela população. “São mais de 600 mil acessos. O cidadão pode verificar se um produto é regular antes de comprar, o que ajuda inclusive no combate à venda de itens ilegais”, destaca.
A ferramenta também é utilizada em campo pelas equipes de fiscalização, permitindo decisões em tempo real.
Esse modelo contribuiu para a quebra de silos internos e para a consolidação de uma cultura orientada a dados. “Antes, cada área tinha seu sistema. Hoje, cada área tem seu painel — mas dentro de uma governança que garante consistência e confiabilidade.”
Infraestrutura e migração para modelo híbrido
Com o crescimento exponencial dos dados, a infraestrutura também precisou evoluir. A Anatel está em processo de renovação de seu data center, com a implantação de uma nova instalação prevista para este ano.
O desafio, segundo Nery, vai além da aquisição de equipamentos. “A migração é o ponto mais sensível. Estamos falando de trazer todo um legado de sistemas e dados para um novo ambiente, com segurança e continuidade operacional.”
Paralelamente, a agência firmou contrato com o Serpro para adoção de um modelo de cloud broker, alinhado ao conceito de soberania de dados.
“A ideia é trabalhar dados sensíveis dentro de uma nuvem de governo, garantindo controle e segurança, mas ao mesmo tempo acessando serviços avançados de nuvem”, explica.
Esse movimento inclui integração com provedores como a Amazon Web Services e tecnologias da Microsoft, consolidando um ambiente híbrido — com parte dos dados em infraestrutura própria e parte na nuvem.
Apesar da magnitude, a governança central é conduzida por uma equipe enxuta. “Hoje, três pessoas cuidam diretamente da governança de dados. Isso só é possível porque o modelo foi desenhado para ser distribuído e eficiente”, ressalta.
IA soberana e novos desafios
No campo da inteligência artificial, a Anatel avança com cautela, priorizando segurança e governança. A agência já desenvolveu um assistente interno integrado ao Sistema Eletrônico de Informações (SEI), e agora trabalha na evolução dessa camada com suporte de múltiplas nuvens.
“A gente precisa evitar o uso descontrolado de ferramentas externas. Quando um servidor exporta dados sensíveis para uma IA pública, há risco. Por isso, estamos construindo uma camada corporativa de IA, integrada e segura”, afirma.
A estratégia inclui avaliar soluções analíticas com IA embarcada — como as oferecidas pela Qlik — para ampliar a capacidade de geração de insights sem comprometer a governança.
Foco no valor público
Para Nery, o principal objetivo da transformação é reposicionar a área de tecnologia da Anatel como agente estratégico. “Queremos deixar de ser uma TI reativa e passar a ser uma TI que entende o negócio, antecipa demandas e entrega valor real”, diz.
Esse valor se traduz tanto na melhoria da experiência dos servidores quanto na ampliação da transparência para a sociedade.
“Quando disponibilizamos dados de forma clara e acessível, estamos prestando contas ao cidadão. E essa é uma das funções mais importantes de uma agência reguladora.”
Com a consolidação do modelo híbrido, o avanço da IA soberana e a expansão do uso de analytics, a Anatel se posiciona como uma das referências no uso de dados no setor público brasileiro — um movimento que tende a ganhar ainda mais relevância nos próximos anos.
]]>A nova presidenta do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Ana Cristina Silveira, afirmou em entrevista ao programa A Voz do Brasil que sua gestão priorizará a modernização tecnológica e a agilidade nas análises para resgatar a credibilidade do órgão. Servidora de carreira, Silveira aposta no conhecimento técnico dos fluxos internos para otimizar o atendimento a milhões de brasileiros. A estratégia combina o fortalecimento do aplicativo Meu INSS com parcerias estratégicas junto à Dataprev para garantir a estabilidade dos sistemas previdenciários.
Durante a entrevista, a gestora apresentou um diagnóstico sobre o volume de processos acumulados. Segundo Silveira, embora existam 2,7 milhões de protocolos abertos, a “fila real” de atrasos está em torno de 900 mil requerimentos. Isso ocorre porque o montante total inclui cerca de 1,3 milhão de pedidos novos que entram mensalmente e outros 500 mil que aguardam providências dos próprios segurados, como a entrega de documentos complementares ou o comparecimento às agências.
Para acelerar as concessões, o INSS manterá a realização de mutirões regionalizados, com foco nas regiões Norte e Centro-Oeste, onde a demanda reprimida é mais acentuada. As ações priorizam o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e auxílios por incapacidade. Ferramentas como o Atestmed, que permite a análise documental de benefícios por incapacidade temporária, e a Perícia Conectada, voltada para áreas remotas, são peças-chave no plano de redução do estoque de pedidos, que já registrou queda de 130 mil processos desde o início do ano.
Ana Cristina Silveira também buscou tranquilizar os aposentados e pensionistas sobre boatos envolvendo a Carteira de Identidade Nacional (CIN). A exigência da biometria via CIN para novos benefícios foi oficialmente adiada para 1º de janeiro de 2027. Ela ressaltou que não haverá corte ou cessação de pagamentos por falta do novo documento e alertou a população para não clicar em links suspeitos recebidos por SMS ou WhatsApp, orientando que qualquer dúvida seja sanada pelo telefone 135 ou diretamente nas agências.
]]>No primeiro painel do 6º Brasília Summit, realizado nesta quarta-feira (15/4), no Brasília Palace Hotel, especialistas discutiram como o equilíbrio fiscal pode caminhar junto à melhoria da qualidade dos gastos públicos. Com foco na geração de resultados concretos para a sociedade, o debate destacou o papel da tecnologia — especialmente da inteligência artificial — na modernização da gestão pública.
Durante a apresentação, o CEO da X-VIA Group e head do LIDE Inteligência Artificial, Hugo Leahy, afirmou que a eficiência na administração pública vai além da redução de despesas. “Eficiência pública não é apenas gastar menos, é gastar melhor, com inteligência, estratégia e propósito”, disse. Segundo ele, o desafio atual dos governos está em superar sistemas isolados, processos lentos e a baixa capacidade de antecipação das demandas da população.
Leahy destacou que a inteligência artificial, aliada à interoperabilidade de dados e ao governo digital, pode transformar a relação entre Estado e cidadão. De acordo com o executivo, a integração entre áreas como saúde, educação, fazenda e assistência social permite decisões mais rápidas e eficazes, além de ampliar a transparência e o acesso aos serviços públicos. “Sem interoperabilidade, o dado existe, mas não produz inteligência”, afirmou.
O painel também abordou o conceito de “humanização da inteligência artificial”, que, segundo Leahy, deixa de ser apenas uma ferramenta automatizada para se tornar um instrumento de melhoria da qualidade de vida. Ele citou exemplos de uso em estados como Mato Grosso e Espírito Santo, onde tecnologias foram implementadas para facilitar o acesso da população a serviços públicos, inclusive por meio de totens de atendimento em locais com baixa conectividade digital.
Outro ponto destacado foi o impacto da tecnologia no trabalho do servidor público. De acordo com o executivo, sistemas inteligentes podem reduzir significativamente o tempo de elaboração de documentos e análises, permitindo que tarefas que antes levavam dias sejam concluídas em poucas horas. “A inteligência artificial organiza o caos informacional, apoia decisões e melhora o atendimento ao cidadão”, disse.
Ao final, Leahy defendeu que o novo padrão da administração pública deve combinar responsabilidade fiscal, integração de sistemas e foco no cidadão. Para ele, a sociedade não busca apenas inovação tecnológica, mas soluções efetivas. “A tecnologia é o meio, mas o cidadão precisa ser o fim. Governar bem hoje é antecipar demandas e entregar resultados concretos”, concluiu.
]]>A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), ressaltou a importância da inovação tecnológica para o desenvolvimento de Brasília. A afirmação foi durante o CB.Debate “Brasília 66 anos: Uma cidade em constante transformação”, que acontece nesta terça-feira (14/4), no auditório do Correio Braziliense.
“Precisamos pensar em desenvolvimento tecnológico. Temos uma grande margem para transformar o espaço dessa cidade em um Vale do Silício do Brasil”, afirmou, referindo-se ao maior polo de inovação, tecnologia e startups do mundo, localizado na Califórnia.
A governadora citou a decisão de lançar a Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico dentro da estrutura do Governo do Distrito Federal (GDF). “Precisamos ser vanguarda na entrega de políticas públicas.”
Ainda durante o debate, a governadora informou que estão sendo desenvolvidos estudos técnicos estruturantes para a implementação do metrô no Gama e de um VLT entre Ceilândia e Taguatinga. “O desenvolvimento estruturante segue vários eixos. Nós ainda vamos entregar muitas ações”, anunciou.
Brasília 66 anos
Gratuito e aberto ao público, o debate “Brasília 66 Anos: uma cidade em constante transformação” reúne autoridades, especialistas e representantes da sociedade civil para discutir os rumos políticos, econômicos e sociais da capital. O encontro ocorre no auditório do Correio Braziliense, com transmissão ao vivo nos canais do jornal, e propõe uma reflexão sobre as mudanças que marcaram a cidade ao longo das últimas décadas. A iniciativa busca promover o diálogo e contribuir para o planejamento do futuro de Brasília.
]]>A iniciativa conta com o apoio de um board constituído por diferentes instituições e organizações públicas, privadas e do terceiro setor, e um Comitê Estratégico com a liderança dos idealizadores Gabriela Werner, sócia diretora do Impact Hub Floripa e presidente da rede global Impact Hub, Giovani Bernardo, empreendedor especialista em Smart Cities e Presidente do Excelência SC, e o empresário Delton Batista, fundador da 8R e Presidente do LIDE em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul.
O projeto surge como uma resposta estratégica à demanda por serviços públicos mais ágeis e menos burocráticos. Embora o Brasil possua maturidade avançada em digitalização, apenas 23% das economias mundiais conseguem institucionalizar a inovação na rotina administrativa, segundo o GovTech Maturity Index 2025 do Banco Mundial. A Estação Pública Sapiens visa reduzir essa distância em Santa Catarina, funcionando como um ambiente de demonstração de tecnologias e novas metodologias de gestão aplicáveis a prefeituras e órgãos estaduais.
A estrutura contará com um showroom permanente de soluções, programa de desenvolvimento para empresas que atendem o setor público e um observatório de tendências. A meta para o primeiro ano é gerar mais de 100 conexões estratégicas e viabilizar ao menos 10 projetos piloto com entes federativos.
“A criação da Estação Pública Sapiens é o marco mais significativo dos nossos 11 anos de operação em Santa Catarina. Escolhemos celebrar este aniversário olhando para o futuro da gestão pública, pois entendemos que a inovação só é plena quando gera impacto real na ponta, para o cidadão. Florianópolis ganha um espaço de tradução: onde o desafio do gestor encontra a solução disponível no mercado”, afirma Gabriela Werner, sócia-diretora do Impact Hub Floripa e presidente do Impact Hub Global.
O lançamento terá programação em dois turnos: um workshop prático sobre Inteligência Artificial aplicada ao setor público pela manhã e uma cerimônia oficial com painéis de lideranças à tarde. As inscrições são gratuitas e limitadas.
Sobre o Impact Hub Floripa
Fundado em 1º de abril de 2015, o Impact Hub Floripa integra a maior rede global de hubs de inovação e impacto, presente em mais de 100 países. Com unidades no Sapiens Parque, Primavera, Centro, Bewiki e Pedra Branca, atua nas frentes de coworking, aceleração, formação e projetos de impacto socioambiental. Gabriela Werner, sócia-diretora da organização, preside o Impact Hub Global.
]]>Campo Grande será sede do 4º Congresso Sul-Mato-Grossense de Cidades Digitais e Inteligentes, previsto para os dias 18 e 19 de junho. O evento reúne lideranças públicas e especialistas para debater sobre mecanismos tecnológicos em função do desenvolvimento dos municípios.
As inscrições são gratuitas para servidores públicos, vereadores, representantes de entidades e universidades, e já estão abertas. A ação é promovida pela RCD (Rede Cidade Digital), em parceria com a Prefeitura de Campo Grande, por meio da Agetec (Agência Municipal de Tecnologia da Informação e Inovação) e com apoio da Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul).
A programação inclui palestras, painéis, cases e feira com soluções tecnológicas de empresas do setor. Além disso, será entregue o título de Prefeito Inovador 2026, que premia o gestor com utilização da tecnologia de forma estratégica na administração pública. Os municípios também podem concorrer ao Projeto Inovador 2026, que destaca soluções com impacto positivo na vida da população e gestão pública.
A prefeita Adriane Lopes (PP) reforçou o destaque da Capital no desenvolvimento tecnológico. “Campo Grande tem se destacado quando se fala em modernização e investimentos em tecnologia e inovação. Temos, na Capital, o primeiro Parque Tecnológico do Estado, que integra o setor privado, universidades e o Poder Público por meio de soluções inovadoras, promovendo também a aceleração de processos digitais. Estamos investindo em diversas áreas, com destaque para a implantação de sistemas nas áreas de saúde, educação, segurança e mobilidade urbana, além de diversas outras frentes da gestão. Nosso objetivo é aprimorar os serviços prestados à população e impulsionar o desenvolvimento econômico e social da capital”, afirmou.
Serviço:
4º Congresso Sul-Mato-Grossense de Cidades Digitais e Inteligentes
Data: 18 e 19 de junho de 2026
Local: Bioparque Pantanal, Campo Grande (MS)
Horário: das 8h às 17h
Inscrições gratuitas para servidores públicos: https://www.sympla.com.br/
Com a utilização do SEI, documentos como ofícios, memorandos e processos administrativos passam a tramitar de forma digital, o que reduz a burocracia, gera economia e contribui para uma gestão mais eficiente e sustentável. O secretário de Estado de Transformação Digital, Feu Braga, destacou a importância da implantação no município.
“Estamos avançando com a transformação digital em todo o estado, levando mais eficiência à gestão e serviços mais acessíveis à população. A chegada do SEI a Cambuci reduz a burocracia e traz mais agilidade e transparência.”
Criado e disponibilizado gratuitamente a estados e municípios pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), o SEI é atualmente uma das principais soluções de digitalização de processos públicos no Brasil.
]]>Santo André se consolidou como referência em inovação e transformação digital no setor público. Apostando na tecnologia como ferramenta de gestão, integração e transparência, a Prefeitura tem modernizado processos, aproximado o cidadão dos serviços municipais e tornado a máquina pública mais ágil, eficiente e sustentável.
Um dos marcos dessa nova fase é o CEP Digital. Santo André foi a primeira cidade do Brasil a implantar a tecnologia em parceria com o Google, formalizando endereços em comunidades e núcleos consolidados para garantir dignidade, acesso a serviços e inclusão no e-commerce. O município já tem 11.166 endereços mapeados e a meta é chegar a 20 mil.
O programa permite que moradores usem o código de endereço gerado por latitude/longitude para receber correspondências, fazer cadastros e acessar serviços públicos e privados.
Para fortalecer o ambiente de negócios, a Prefeitura lançou, em março, o CEP Digital Empreendedor, voltado à formalização de comerciantes em comunidades e núcleos, conectando pequenos empreendedores a notas fiscais, regularização e apoio técnico – uma ponte direta entre inclusão territorial e inclusão econômica.
Outra inovação é o Siga Invest, ferramenta digital desenvolvida pelo Paço para orientar empreendedores e investidores sobre os melhores locais para abrir ou expandir negócios na cidade. A plataforma oferece informações atualizadas sobre o território, diminuindo riscos financeiros e operacionais e evitando a concentração de serviços em áreas específicas.
O sistema reúne 300 camadas de dados geoespaciais – como zoneamento, corredores comerciais, transporte público, escolas, infraestrutura urbana – e permite cruzamentos inteligentes que indicam áreas com maior potencial de crescimento. Com ele, Santo André promove crescimento planejado, geração de empregos e uso inteligente do território.
Com o olhar voltado para o futuro, Santo André firmou parceria com a Estônia, reconhecida mundialmente como referência em governo digital. O acordo prevê intercâmbio de experiências e cooperação técnica para o aprimoramento de políticas públicas baseadas em dados e inteligência artificial.
Além disso, o Paço vem ampliando o uso de inteligência artificial para o monitoramento de riscos urbanos, com destaque ao projeto de prevenção de enchentes, que integra sensores, dados meteorológicos e análises preditivas para apoiar as ações da Defesa Civil. A solução identifica, em tempo real, áreas de risco e pontos de alagamento, permitindo respostas rápidas e seguras em situações de emergência. “A inovação é o caminho para cidade mais eficiente, mais transparente e mais próxima das pessoas. A tecnologia não é um fim, é um meio para garantir que o cidadão seja sempre o centro das decisões públicas”, disse o prefeito de Santo André, Gilvan Ferreira.
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